Importante perceber que os pequenos gestos atingem grandes proporções.
Um papel jogado na rua, um palito de sorteve, uma bituca de cigarro, uma embalagem de goma de mascar, tudo isso junto, é capaz de dar causa, por exemplo, às enchentes.
Uma torneira com goteira, lavar o carro ou calçada com a mangueira, gerar a insuficiência de água e energia elétrica.
Por outro lado, plantar uma única árvore, recolher algo que viu jogado no chão da calçada, revisar o escapamento do carro, são pequenos gestos que fazem a diferença em prol do nosso planeta.
Se não formos capazes de fazer isso por amor aos nossos filhos, ou por simples respeito ao lugar que nos foi dado por Deus, pelo menos, façamos isso por nós mesmos. Para que tenhamos ar para respirar, uma casa para voltar após o trabalho, um dia fresco de outono e frio no inverno...
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Mas que bela tarde de verão...
Vendo o azul infinito do fabuloso céu sobre minha cabeça!
As nuvens brancas feito algodão formam desenhos que a mente pura de uma criança pode desvendar, alguns adultos sim, outros não.
Aqui tranquila estou, sob uma árvore alta e cheia de ramos, incrivelmente fresca, mas até quando?
Será esta a última ou penúltima? Quantas ainda restam?
Eu penso, eu sofro e não ajo, nada faço para a defesa daquilo que dou tanto valor.
Dessa forma, igualo-me a massa fria e ingrata que não reconhece a imprescindibilidade da natureza que vem sendo cruelmente devastada por nossas ações, ou omissões, a cada ano, a cada mês, a cada dia, a cada hora, a cada minuto, a cada segundo.
Calcule o quanto já perdemos somente no tempo em que escrevi esse texto para compartilhar. Em contrapatida, o quanto "desenvolvemos"?
Busquemos a verdadeira evolução, pois há tempo, ainda há esperança!
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