Espera!
A razão, sinceramente, eu não sei, mas espera.
Eu não estava em paz e meu cérebro teimava em não mandar o comando para o coração bater.
As palavras mentirosas ousaram em sair.
Estranho é que o que fica escondido tão profundamente, sequer percebido.
Fica apenas o incômodo não identificado.
O mundo gira, o sol brilha e me deixo envolver...
Sem saber o caminho, entregue ao destino sem esquecer
O que foi, o que doeu e dói o que me fez e faz crescer.
Tudo é questão de escolha!
Algumas nossas, outras não.
Feliz.