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... Aos Olhos do Mundo (ou quase todo o mundo)!
Droga!
É isso mesmo.
Lá estava ele, homem, maltrapilho, caminhando com dificuldade à beira da estrada molhada com as gotículas que brindavam e destacavam ainda mais a sua miserabilidade.
Quem notou? Quem se preocupou? Quem fez algo para mudar?
Eis a indignação de mais uma que, a despeito de tê-lo notado e preocupado, nada vez para mudar.
Até quando sobre o mesmo chão, sob o mesmo céu, cruzaremo-nos como estranhos, IRMÃOS?
Até quando a pressa não nos permitirá fazer uma ligação emergencial em prol de um ser vivo, IRMÃOS?
Até quando ignoraremos ou perceberemos sem agir fraternalmente, IRMÃOS?
... Aos Olhos do Mundo (ou quase todo o mundo)!
Droga!
É isso mesmo.
Lá estava ele, homem, maltrapilho, caminhando com dificuldade à beira da estrada molhada com as gotículas que brindavam e destacavam ainda mais a sua miserabilidade.
Quem notou? Quem se preocupou? Quem fez algo para mudar?
Eis a indignação de mais uma que, a despeito de tê-lo notado e preocupado, nada vez para mudar.
Até quando sobre o mesmo chão, sob o mesmo céu, cruzaremo-nos como estranhos, IRMÃOS?
Até quando a pressa não nos permitirá fazer uma ligação emergencial em prol de um ser vivo, IRMÃOS?
Até quando ignoraremos ou perceberemos sem agir fraternalmente, IRMÃOS?
Até quando restringiremos o cuidado e preocupação ao pequeno círculo de pessoas de nosso cotidiano, IRMÃOS?
Até quando reclamaremos dos "grandes" sem agir individualmente da forma que gostarímos que aqueles agissem?
Até quando reclamaremos dos "grandes" sem agir individualmente da forma que gostarímos que aqueles agissem?
"Oh, mundo, basta!
Joga água no rosto, perceba o erro e não o repita."
Joga água no rosto, perceba o erro e não o repita."
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