Observar quando se quer viver?
Acalentar quando se quer brigar?
Manter a calma quando se quer perder o controle?
Calar-se quando se quer gritar?
Afastar-se quando se quer aproximar?
Abraçar quando se quer beijar?
Dizer “tudo bem” quando se quer dizer “não faça isso”?
...
Qual a razão de regrar-se, limitar-se o tempo todo? Quem ditou as regras e os valores?
Quem disse que deve se eternizar a submissão ao fruto do ontem, se há atual oportunidade de escolha?
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De querer quando não precisa?
Precisar quando não se quer mais?De querer quando não precisa?
Submeter-se quando se quer pensar e mudar?
Escrever quando se quer sumir?
Escrever quando se quer sumir?
Tentar, tentar e tentar expressar, aquilo que as palavras não ousam dizer.
...
Às vezes perde-se tanto tempo para entender que a hora exata
de viver é agora. Que continuar no caminho em profundo desequilíbrio é perda de tempo sagrado.
A mudança de direção assusta, mas é necessária quando a trilha velha conhecida apresenta mais esgostos que alegrias, fazendo-o - apenas - NOTAR um caminho paralelo. Se chega nesse ponto, é hora de repensar de reavaliar até alcançar a bifurcação e fazer a temida/imprescindível escolha de prosseguir na mesma ou conhecer a outra ponderando o que se perde e o que se ganha e lá na frente novamente, novamente, novamente e infinitamente...
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A mudança de direção assusta, mas é necessária quando a trilha velha conhecida apresenta mais esgostos que alegrias, fazendo-o - apenas - NOTAR um caminho paralelo. Se chega nesse ponto, é hora de repensar de reavaliar até alcançar a bifurcação e fazer a temida/imprescindível escolha de prosseguir na mesma ou conhecer a outra ponderando o que se perde e o que se ganha e lá na frente novamente, novamente, novamente e infinitamente...
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