sexta-feira, 25 de maio de 2012

Altruísmo em escassez?

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Preocupemo-nos mais em



Dar e não só receber.
Ouvir e não só dizer.
Ler e não só escrever.
Preocupemo-nos mais em amar incondicionalmente, pois o que receberemos serão os frutos de uma plantação sincera e nobre.



Muitos querem se expressar sem ao menos observar e auxiliar aquele que já se manifestou previamente.

Será que se eu deixar de pensar no que sinto precisar dizer e me concentrar em atender aquele que se pronunciou antes de mim, eu não estaria, concomitantemente, curando minha ferida? Dando-me a chance de analisar de fora um caso que eu poderia aplicar na minha própra vida?

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Deixemos o egoísmo de lado e aprendamos a ouvir quando alguém precisar dizer.

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2 comentários:

  1. ...Permito-me lembrar de uma observação de Carl Gustav Jung quando escreve sobre "O bem e o mal na Psicologia Analítica": "corremos hoje o perigo de toda a realidade ser substituída por palavras."
    Esta observação não é mais um risco: substituímos a realidade vivencial por palavras...E quanto mais mentimos para nós mesmos, mais falamos! Talvez, precisemos aprender com os cães que nada falam e muito expressam, tendo um equipamento auditivo muito superior ao equipamento humano.
    Ouvir é consequente ao ouvir-se: e, raros de nós, ouvimos a nós mesmos; por isso, falamos muito sem nada ouvir e com quase nenhum entendimento sobre o que falamos.
    Na verdade, emitimos sons vocábulos encadeados em palavras lustrosas e ilustrativas, repetindo conceitos sonoros que a nossa chamada "civilização" nos ensinou. Em realidade, quase nada falamos de vivencialmente significativo, refletindo a nossa mediocridade vivencial.
    Mas já falei demais. Solução: aprender, por exemplo, com os cães para, talvez, aprender a sermos humanos.

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    1. Fico imensamente feliz com sua visita.

      Realmente os cães são exemplos de expressar muito sem nenhuma palavra. De puro amor e carinho.

      Um beijo enorme.

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